Unidades de Tratamento Intensivo da Rede Pública de Saúde

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AUDITORIA OPERACIONAL

RESUMO

Foi realizada auditoria operacional com o objetivo de avaliar o acesso da população às Unidades de Tratamento Intensivo da rede pública de saúde do Distrito Federal. Para a consecução deste trabalho foram realizadas entrevistas com os gestores da CRIH, com a Diretoria de Regulação e com a Subsecretária de Planejamento, Regulação, Avaliação e Controle. Também foram analisados documentos produzidos pelos gestores acima relacionados e outros fornecidos pela Diretoria de Controle e Avaliação de Serviços de Saúde e pela Subsecretaria de Tecnologia e Informação em Saúde. Constatou-se que 64% das solicitações de internação em UTI em 2013 não foram atendidas, e os pacientes que conseguiram acesso aos leitos de UTI tiveram, em sua maioria, internação tardia. No DF, o tempo médio decorrido entre a solicitação e a efetiva internação é maior que o recomendado nas publicações médicas consultadas, acarretando o aumento do risco de morte dos pacientes e o prolongamento do tratamento. Verificou-se que a SES/DF não garante equidade no acesso aos leitos de UTI, pois pacientes são internados sem cumprir o fluxo da Central de Regulação de Internação Hospitalar. Além disso, a SES não administra com eficiência os leitos de UTI à disposição da rede pública de saúde do DF, pois ocorrem muitos casos de retenção na UTI de paciente que já conta com a alta médica.

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